Na postagem de hoje estamos trazendo um vídeo gravado por Diego Hitoshi dono do ótimo blog nerdnojapao, portanto não deixem de visitá-lo, ele mora no Japão e sempre compartilha suas experiências conosco. E como ele mesmo disse o Tokugawen é "a prova da beleza e leveza do jardim japonês", esperamos que gostem!
Deve sua origem à dançarina Okuni, uma sacerdotisa de um santuário xintoísta que se apresentava com um grupo de dançarinas atraentes, entoando canções populares, bailados sensuais, num estilo livre, arrojado e anticonvencional para a época. No início, os espetáculos eram apresentados em templos e imitações de palcos de nô. Mais tarde, devido à popularidade, foram transferidos para locais mais amplos.
Dos primórdios até os dias de hoje, o kabuki foi consolidando suas formas através de um longo processo acumulativo. Representativo da Era Tokugawa (1603-1867), o próprio ideograma passou por várias modificações. Ka (canto), bu (dança) e ki (representação), como hoje é conhecido, é representado apenas por homens, mesmo em papéis femininos, os "onnagata", uma das características mais marcantes do kabuki.
Esse mês de março, no dia 11, a tragédia ocorrida no Japão completou 1 ano. O terremoto atingiu 8.9 na Escala Richter, foi o maior já registrado no Japão e o sétimo no
mundo. Foi a partir dai que muitas pessoas começaram a se questionar sobre o real motivo do desastre. Uns acham que a causa destes e de outros acontecimentos acontece por causa do aquecimento global, pelo contrário não são. Não só o da terra nipônica, mas como em 2010 no Haiti, ou na Indonésia em 2004, foram causados pelo choque das placas tectônicas.
As placas tectônicas são rochas que ficam no interior da Terra, elas
se movimentam em cima do mágma e quando chegam ao encontro de outra
causam terremotos no solo ao redor, quando acontece isso no mar faz com
que o movimento seja tão intenso que acaba provocando ondas gigantes,
formando os tsunamis. Esses acontecimentos são fenômenos normais do
nosso planeta, sempre ocorreram.
A explicação para que hajam muitos tremores de terra no Japão é que
perto dele existe um encontro de três placas, quando elas se chocam
causam tremores mais intensos que em outros lugares.
No Brasil, não há perigo de ocorrerem esses tipos de coisas, pois está
no centro de uma destas placas, placa que tem seu fim no Chile, por
isso que há terremotos nesse país. Isso também explica o porquê de
lugares que têm encontros de placas são montanhosos, pois esses tremores
ao decorrer do tempo fazem com que se formem picos, como o da
Cordilheira dos Andes (lugar que existe encontro de placas), as
Montanhas Rochosas (no Estados Unidos), O Monte Evereste, e entre
outros, ou também as ações de vulcões, pois com o movimento das placas
faz com que o magma seja lançado à crosta terrestre.
Abaixo vocês podem conferir um vídeo explicado em detalhes o que resumidamente nós falamos:
O kendama é um brinquedo de madeira conhecido no mundo inteiro. Segundo alguns registros, o brinquedo foi trazido da China para o Japão.
É constituído de um pino de madeira amarrado em uma bola, também de madeira, com uma perfuração. Há várias técnicas de acordo com cada nível de habilidade, mas em geral, o jogo consiste no lançamento da bola para o alto, para que na descida ela se encaixe no pino. Ganha quem for capaz de acertar a bola no pino mais vezes. Os adultos também gostam da brincadeira, e alguns chegam a participar de clubes de kendama.
Dia 14 de março é um dia especial para as mulheres asiáticas, principalmente para as japonesas, as sul-coreanas e as taiwanesas, afinal é comemorado o White Day, ou podemos dizer o "dia da verdade" depois do dia dos namorados.
É exatamente nesta data que os homens retribuem os presentes recebidos no Valentine's Day!
Levada muito a sério por muitas mulheres do outro lado do mundo, a data teve início em 1978 com uma ação de marketing do comércio japonês para impulsionar as vendas no mês seguinte ao Valentine's Day. Atualmente, os homens surpreendem na resposta e não ficam apenas nos chocolates. Eles compram roupas e até lingeries para suas futuras namoradas.
Diversas são as versões das histórias contadas sobre esse yōkai. Ele
vive na água, mas anda na terra perfeitamente. Dizem que ele tem baixa
estatura, chegando ao tamanho de uma criança de dez anos; além disso,
sua aparência é de anfíbio, com cara de macaco e casco de tartaruga, e
membranas entre os dedos, para auxiliar enquanto nada. Mas a
característica mais notável dos kappas é a reentrância em forma de pires
na cabeça. Essa reentrância deve estar sempre cheia de água, senão o
kappa fica fraco e tem que voltar ao rio.
Eles são vistos como criaturas ferozes, que gostam de se alimentar
das entranhas humanas, mas também como espiritos sábios e honrados. Se
você escrever o nome de alguém em um pepino (alimento favorito desses
seres) e jogá-lo no rio, o kappa se verá obrigado a honrar a oferenda e
não fazer mal a determinada pessoa.
Outro jeito eficaz de se livrar de um kappa é cumprimentando-o várias
vezes, em reverências. A criatura vai se ver obrigada a retribuir o
gesto e, após um certo número de cumprimentos, toda a água no topo de
sua cabeça vai cair, obrigando o kappa a voltar para a água.
Os Kappas não admitem que se jogue lixo nos rios e lagos.
Um dos bijūs do anime Naruto lembra um kappa. A criatura também deu nome ao desenho Kappa Mikey e aparece em um dos episódios. Em Harry Potter, o professor Lupin ensina os alunos a se defender de kappas.
O biombo,
chamado pelos japoneses de biobu, é feito de molduras de madeira,
e sobre essas molduras são esticados papéis ou seda que,
por sua vez, são pintados de forma decorativa. Originalmente,
é uma mobília para se proteger do vento, para divisão
da sala e, além disso, devido às suas pinturas e enfeites
diversificados transformou-se em objeto de decoração da
sala.
Na Antigüidade, ele era usado principalmente como divisória
ou para cerimonial, entretanto, a partir da Idade Média até
a Idade Moderna passou a ser utilizado como objeto de decoração
e de contemplação. A partir da Era Edo (1600-1867), o
biobu passou a ser usado também na classe popular.
O biobu no Japão, de um modo geral, considera uma moldura com
papel ou tecido colado como uma unidade. Assim, esse móvel pode
ter de 2 a 10 unidades ligadas e feitas de forma dobrável.