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13 de dez. de 2010

Entenda o sucesso da nintendo!!!

*A nintendo foi fundada em 1889 como uma empresa de cartas.Eles fizeram seu primeiro
video game em 1978.

*Nintendo significa "Deixe a sorte para o céu" em japonês

*A nintendo teve sorte ao contratar Shigeru Miyamoto,com 24 anos de idade com seu primeiro
artista pessoal em 1977.Ele no futuro seria o criador de Donkey Kong, Mario, Zelda
e Nintendo Wii.
Quando criança Miyamoto idolatrava Walt Disney . Em 1990, Mario, sua criação , se
tornaria mais reconhecido que Mickey.

*O nintendo DS ultrapassou o gameboy e se tornou o portátil mais vendido da história


* Para fazer os jogos durarem mais, muitos jogos do NES eram insanamente difícil de terminar .
Hoje esses jogos são chamados especialmente de Nintendo Hard em honra ao jogo.

Fonte: thecows.com.br(modificada)

“Bullying”

Bullying é uma palavra inglesa que significa usar o poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros. Ocorre com mais freqüência no ambiente escolar.
Assim, numa escola, uma criança é considerada ‘escrava’ por outras chefiadas por um aluno-líder, e, um adolescente é obrigado a dar dinheiro para colegas mais velhos e fisicamente mais fortes, senão sofre algum tipo de violência. Os professores também não estão vacinados contra o bullying. Como se não bastasse sofrer uma grave fobia escolar que o impedia de trabalhar, um professor ainda é obrigado a suportar discriminação, humilhação e ameaças veladas de colegas insensíveis, invejosos e vingativos.

Ao sofrer a violência do tipo bullying, tanto as crianças como os adultos, sozinhos, não têm como se defender. Os colegas, embora digam repudiar esse tipo de violência psicológica e sentirem pena, declaram que nada podem fazer para defendê-la, com medo de serem a próxima vítima.
Além de conviver com um estado constante de pavor, uma criança ou adolescente vítima de bullying talvez sejam as que mais sofrem com a rejeição, isolamento, humilhação, a tal ponto de se verem impedidas de se relacionarem com quem ela deseja, de brincar livremente, de fazer a tarefa na escola em grupo, porque os mais fortes e intolerantes lhe impõem tal sofrimento.

Também faz parte dessa violência impor à vítima o silêncio, isto é, ela não pode denunciar à direção da escola nem aos pais, sob pena de piorar sua condição de discriminada. Pais e professores só ficam sabendo do problema através dos efeitos e danos causados, como a resistência em voltar à escola, queda de rendimento escolar, retraimento, depressão, distúrbios psicossomáticos, fobias, etc.

*O que fazer?

Os pais devem apoiar o filho, abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos colegas. Mas, fazer de conta que não existe bullying ou outro tipo de violência psicológica na escola é, no fundo, autorizar a prática de mais violência. É preciso estar atento para o risco de suicídio onde a vítima sem auto-estima alucina tal ato como ‘saída’ honrosa para o seu sofrimento. Esta é uma atitude freqüentemente usada no Japão.

Quando a violência ocorre na escola cabe aos pais conversar com a direção. É dever desta instituição ensinar os conhecimentos e promover a inclusão social e psicológica. A escola e a universidade jamais devem fazer vistas grossas sobre os casos de intolerância de violência psicológica ou física. A escola, principalmente, deve ter uma atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação de professores, funcionários, pais e alunos. Por um lado, é preciso apoiar as crianças vítimas e, por outro, é imprescindível fazer um trabalho especial com as pessoas propensas para cometer violência contra os colegas, professores e funcionários.

Fonte: espacoacademico.com.br(modificada)

Visual Kei

Visual Kei ,em japonês: ヴィジュアル系, bijuaru kei, "linhagem visual" ou "estilo visual"), ou visual j-rock, é um tipo de música pop/rock japonesa em que os músicos dão forte ênfase numa aparência visual ostentosa, vestindo-se com trajes bem trabalhados e muitos acessórios. Qualquer coisa de uma pitada de glamour a um exagero de personificação feminina pode ser chamado de Visual Kei. Os artistas de bandas estilo Visual Kei afirmam que precisam se enfeitar para encenar sua música, as bandas “Visual Kei” estão transformando-se na força motriz* da música japonesa e no cenário da moda. Logo no ínicio dos anos 70, uma porção de celebridades do rock, do sexo masculino, no Japão, exploraram novas formas de expressão visual, adotando a moda, estilo, adornos e mesmo movimentos do sexo oposto.

X Japan parece ser a banda que iniciou isto tudo. Formado em 1982 por Yoshiki Hayashi, compositor, baterista e pianista, e Toshimitsu Deyama, vocalista, debutam como X em alguns álbuns de compilação de heavy metal em 1985 e 1987.
Aqui e em todo lugar, costumamos dizer que japonês “é tudo igual” ou tem “a mesma cara”. Grande engano. Cansados dessa fama, os jovens nipônicos estão fazendo de tudo para ser diferente. São tão ousados que, para nós parecem até recém saídos de uma festa á fantasia. A juventude da segunda maior economia do mundo parece recém saída de uma festa muito louca onde quanto mais diferente e exótico, melhor.

Os ídolos da tribo Visual Kei são principalmente cantores e grupos musicais que costumam se produzir com esse figurino pra lá de excêtricos e com uma “supermaquiagem” estilo fantasmagórica. A produção visual das adolescentes beira o inconcebível – em comum, a variedade de acessórios e complementos como chapéus, óculos, cintos, meias coloridas e estampas de animais como zebra e onça, tamanco de lacinho, flor de plástico no cabelo, imensas unhas postiças e mais um elenco de loucuras. Tudo no jeito de vestir dos adolescentes que circulam por lá não é desconhecido pra gente. Diferente é a atitude deles. A idéia é, simplesmente, curtir o figurino.

Fonte: sakecomsal.com.br/visual-kei

Sumo

O sumo nasceu há cerca de 2.000 anos e é o esporte nacional do Japão, considerado a luta do Imperador. O livro Kojiki de 712 d.C é a primeira referencia sobre o sumo e, até o período Kamakura (1192-1333), a pratica do sumo era restrita ao Imperador e senhores feudais, que promoviam as apresentações religiosas em homenagem aos deuses shintoistas e as competições.

O sumo é um confronto corporal e tem regras simples: o primeiro lutador (Rikishi ou sumotori) que tocar o chão com qualquer parte do corpo (exceto solas dos pés) ou que sair da arena (dojo) antes de seu oponente, perde. Existe cerca de 300 golpes que podem usados. Apesar dessa variedade, as lutas, na maioria das vezes não duram mais do que 15 segundos e quase nunca ultrapassam um minuto. Por isso, o sumo é considerado a luta mais simples e rápida do mundo.

Com idade entre os 20 e 35, os sumotori podem pesar até 200 quilos. Para manter a “forma”, além de treinar os golpes, é necessária uma alimentação reforçada e em grande quantidade para aumentar a massa.

O treinamento que acontece na beya (academias de sumo) é extremamente rigoroso e cansativo e segue um padrão de hierarquia, parecido com o dos tempos feudais. Os iniciantes devem cuidar dos afazeres na beya (como por exemplo, cozinhar e fazer faxina) e servir os mais velhos. Os horários de treinamento variam de acordo com a idade: os lutadores mais novos iniciam mais cedo. Ao ingressar numa beya, os praticantes podem ficar sem ter contato direto com seus parentes ou voltar pra casa durante anos seguidos, devido à dedicação necessária cobrada para seguir a carreira.

O traje do lutador se chama mawashi e é uma faixa de tecido de algodão de largura padrão e dobrado em todo o comprimento em quatro. Os cabelos são estilizados como os dos antigos guerreiros.

São realizados seis torneios durante o ano - três em Tokyo, e os outros três em Fukuoka, Osaka e Nagoya. Esses eventos ocorrem na parte da tarde, e os primeiros combates são feitos pelos lutadores de categorias inferiores, ficando a categoria principal por último. Em Tokyo, a abertura dos torneios são sempre assistidos pelo Imperador.

Fonte: acbj.com.br

30 de nov. de 2010

Japoneses são os que menos tiram férias!!!

Os Japoneses é a nação que menos tem folga no mundo desenvolvido, com uma média de 9 dias de folga por ano, enquanto os Franceses são os que mais aproveitam, tendo 34.5 dias de folga anuais.

Uma pesquisa com 9 mil adultos em 13 países, realizada pela empresa Harris Interactive, descobriu não só que os Japoneses tem menos dias disponíveis para folga, por volta de 16.5 dias por ano, mas que eles tendem a usar apenas metade destes dias, resultando na média supracitada.

Os Franceses, no entanto, tem a maior quantidade de dias disponíveis para folga por ano, uma média de 37.5, e ficam felizes em usar quase que completamente seus benefícios.

Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar no chamado "Ranking de Privação de Férias", oferecendo a seus trabalhadores uma média de 17 dias de folga, das quais a maior parte das pessoas só aproveita 14 dias.

Fonte: Economic Times

29 de nov. de 2010

Maneiras de se sentar

Muitos ocidentais não estão acostumados a se sentar no chão. No Japão, sentar no chão é ainda comum em várias situações: Tradicionalmente, os japoneses comem sentados no chão (no tatami) numa mesa baixa com aquecimento elétrico em seu interior (kotatsu). Na Cerimônia do Chá e em muitos eventos tradicionais, também senta-se no chão.
Em ocasiões informais, os homens sentam de pernas cruzadas (apenas os homens), enquanto as mulheres sentam dobrando os joelhos e afastando as duas pernas para o mesmo lado (apenas as mulheres). A maneira formal de sentar pode ser usada por homens e mulheres e é obrigatória em ocasiões muito formais ou tradicionais, como a Cerimônia do Chá. Pessoas não acostumadas podem se sentir desconfortáveis depois de alguns minutos e ficar com suas pernas dormentes. Por isso, a maioria dos japoneses compreendem quando os estrangeiros não agüentam ficar nessa posição por muito tempo.

*A ordem para se sentar
OLHEM PARA FOTO ACIMA DA ORDEM DE SE SENTAR, APÓS LER!!!


O convidado mais importante senta no lugar de honra (Kamiza), distante da entrada. Se houver TOKONOMA (lugar mais alto junto à parede), o convidado se senta em frente dele. O anfitrião ou a pessoa de menor "status" social se senta junto à entrada (shimoza).

Fonte: japaoonline.com.br

Japão já implantou o Policiamento Comunitário...

O policiamento comunitário foi implantado no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, e, até hoje, é mantido.
A experiência japonesa se transformou em exemplo para o mundo , pois ações foram realizadas no Japão para melhorar a segurança pública, sempre com o policial interagindo com a comunidade.
No Japão, existem os “koban” e os “chuzaisho”. No “koban”, um grupo mínimo de três policiais, em três turnos, fazem o trabalho de prevenção e investigação de crimes. No Brasil, o trabalho de prevenção é realizado pela Polícia Militar e o de investigação, pela Polícia Civil. Os “koban” ficam instalados nas áreas urbanas e são equivalentes às companhias da PM ou às delegacias da Polícia Civil. Desta base, os policiais saem para o trabalho diário de garantia da segurança de quem mora e trabalha em determinada região da cidade. Já os “chuzaisho” são os equivalentes nas áreas rurais ou mais distantes dos centros urbanos. Tanto nos “koban” quanto nos “chuzaisho” há espaço para planejamento de ações e reuniões com a comunidade.
Através deste sistema, o Japão consegue manter uma das taxas de criminalidade mais baixas do mundo. E é importante lembrar que muitas cidades do mundo, como Nova Iorque e Singapura, foram bem sucedidas na redução das taxas de criminalidade através da adoção do sistema de polícia de proximidade Koban.

Fonte: aen.pr.gov.br e Naomi-speech (modificada)

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