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17 de dez. de 2010

Como se apresenta a vizinhos quando você se mudar?

Os japoneses têm hábito de entregar lembrancinha aos vizinhos quando se mudam. Sua finalidade de se apresentar aos vizinhos e também de conhecê-los. É uma visita rápida somente de cumprimento e entregar a lembrancinha para início de bom relacionamento. Antigamente, levava um pacote de macarrão soba. Hoje em dia, tem preferência para toalhas e sabonetes, porém os idosos preferem ganhar macarrão soba.Quando se muda para um prédio(Conjunto Habitacional, apartamentos), é bom entregar também para apartamentos de cima e de baixo.Vamos fazer a política de boa vizinhança. É importante também de cumprimentar as pessoas quando se encontra nos corredores e no elevador. Como já mostrei em um post anterior não é um costume sem importância e sim,importante para o início de um bom relacionamento.

Fonte: bcen.co.jp (modificada)

Linhas amarelas

Nas grandes cidades Japonesas como Yokohama, Tóquio, Nagoya e Osaka, TODAS as ruas tem estas riscas no chão, incluindo todas as estacões de metro e de comboio. As riscas são sempre amarelas e maioritariamente tem relevos longitudinais.
Na sua intersecção têm relevos redondos, tipo bolinhas. Quando terminam, por norma, ao pé de escadas, em cruzamentos de ruas, nas plataformas dos comboios e ao pé das máquinas de vendas de bilhetes, também acabam em bolinhas.
Claro que já da pra perceber que estas linhas são feitas para os cegos. Isto ai é muito a frente!
Calculem que nestas cidades com milhões de pessoas, e milhares de ruas, todas, mas mesmos todas, têm estas indicações no chão. Não falha. Impressionante! Lá não se poupa esforços, nem custos, para que tudo funcione as mil maravilhas e com segurança total... !


Fonte: obritonojapao.blogspot.com(modificada)

16 de dez. de 2010

Assembléia aprova lei contra anime e manga

Infelizmente tal como tínhamos previsto o projeto de lei contra anime e manga aprovado em comité dia 13 foi hoje aprovado pela Assembleia de Tóquio e é agora LEI.

Embora entre só em vigor em Julho de 2011 os seus efeitos vão começar a ser sentidos muito mais cedo uma vez que a lei estipula que a auto regulação das editoras deve começar já em Abril de 2011.

A seguir à entrada ficam alguns tópicos que nos poderão ajudar a refletir e discutir sobre os efeitos desta lei anti-anime e manga:

1- Uma das principais críticas à lei é a sua ambiguidade e o fato de ser demasiado abrangente no que toca à censura. Embora seja vocacionada para a protecção de menores tal implica que conteúdos mais “susceptíveis” e não necessariamente para adultos sejam atirados para a secção de entretenimento para adultos, logo terão menor visibilidade e consequentemente as editoras deixaram de apostar nesses conteúdos.

2- Proibir qualquer manga, animação ou imagem (mas excluindo imagens da vida real) que exibem atos sexuais ou a simulação destes que seriam ilegais na vida real, ou atos sexuais ou a simulação destes entre familiares próximos cujo casamento seria ilegal e ainda conteúdos que glorifiquem ou exagerem injustificadamente atos de violência, sexuais ou pseudo-atos sexuais.

Para além da tremenda ambiguidade que a frase em cima implica chamo a vossa atenção para o que está dentro de parêntesis “excluindo imagens da vida real” e que confere à lei a sua face anti cultura otaku. Tal excepção ás fotografias e imagens reais serve para ganhar a simpatia dos mass media japoneses pois se tal lei se estendesse para as estações televisivas japonesas (séries, filmes) a opinião do público seria de tal forma negativa que teriam dificuldade em passar a lei.

Existe uma indústria que está muito contente com esta lei e que vai crescer ainda mais, sabem qual é? A das Idols, sim porque agora com a restrição aos conteúdos loli o número de idols menores de idade vai crescer em flecha. Pergunto-vos eu, o que é pior? Uma animação com miúdas ou fotografias de menores em fato de banho em poses eróticas?

3- Aplicação sobre todos os conteúdos que sejam prejudiciais para o correto desenvolvimento da sexualidade dos jovens e o governo metropolitano de Tóquio terá poder unilateral para banir qualquer conteúdo onde o ato sexual ou sua simulação seja considerado corruptivo da ordem social.

O termo chave aqui é “correto desenvolvimento da sexualidade dos jovens” já para não falar no “poder unilateral”, para além de um atentado à democracia não nos podemos esquecer que o presidente governo metropolitano de Tóquio, o Sr. Shintaro Ishihara é o autor da celebre frase “os homossexuais são geneticamente defeituosos e criaturas deploráveis”, por falar neste senhor após a votação veio a público afirmar que “faz sentido que a lei tenha passado, o Japão afinal ainda tem algum senso comum”.

Embora a lei seja omissa no que toca a títulos já publicados especialistas afirmam que se estes títulos forem relançados terão de se sujeitar a estas novas regras. Um dos títulos que poderá já sofrer com esta lei é a manga de High school of the dead que será relançado na primeira parte de 2011 mas agora a cores.

Claramente esta lei vai por em causa os animes excessivamente “sexualizados” que são padrão atualmente na animação japonesa.

Como vai funcionar?

As editoras que tenham mais de seis trabalhos classificados como prejudiciais pelo governo metropolitano de Tóquio num ano vão ser sujeitas a um escrutino da sua comissão de auto regulação, qualquer violação adicional da lei nos seis meses seguintes faz com que o governo metropolitano de Tóquio revele ao público a identidade da editora que está a violar a lei e o governador terá a autoridade para exprimir a sua opinião e apresentar provas.

Basicamente se uma editora lançar algo que Tóquio considera prejudicial mais de seis vezes num ano a comissão auto reguladora dessa editora vai ser notificada. Se ocorrer mais alguma violação da lei após a notificação o governador vai pura e simplesmente humilhar a editora em público fazendo com que os retalhistas e distribuidores deixem de apoiar os trabalhos daquela editora.

Qual é a vossa interpretação da lei? Devem ler o nosso artigo anterior onde são explicadas mais algumas particularidades da lei e por favor nada de insultos nos comentários.

Fonte:Otakupt.com

15 de dez. de 2010

O casamento no Japão

O casamento no Japão é singular e glamoroso. Metade dos casamentos ainda são arranjados, ou seja, realizado entre acordos de família, e não exatamente pela vontade dos noivos. No Japão, o miyai (casamento arranjado) é algo comum, e há empresas especializadas nesse ramo.

O casamento japonês tradicional é uma festa extremamente cara, onde os custos básicos da classe média variam entre 2 milhões de ienes (20 mil dólares). Começa com a preparação dos noivos, que usam quimonos especiais para a ocasião.

Para a mulher, vestem-se 3 roupas, e deixa-se a pele bem branca. O cabelo some e, no lugar, surge uma peruca, com muitos arranjos. O tsuno kakushi é um chapéu branco, que representa a obediência da mulher ao marido. O noivo veste um quimono preto, com o brasão da família. No lugar do sapato, um chinelo com meia branca. Para celebrar o momento, os noivos devem tomar saquê, em pequenos goles, alternados em três cálices diferentes. Depois disso vem a leitura do seishi, o juramento de amor e fidelidade, escrito num japonês antigo. Não existem padrinhos nos moldes brasileiros, o noivo escolhe seu melhor amigo ou um casal para ocupar um lugar de honra.

Ao invés de presentes, o costume é dar dinheiro num envelope especial para casamento. De forma geral, os amigos devem dar 30 mil ienes; parentes, 50 mil ienes e padrinhos pelo menos 100 mil ienes. Os convidados têm de confirmar antecipadamente a sua presença, e no salão cada um tem seu lugar predeterminado para sentar, escolhido pelos noivos. O interessante é a grande importância que os japoneses dão ao horário. Eles chegam pontualmente no evento e também se retiram geralmente após quatro horas de cerimônia.

No horário combinado, normalmente depois de quatro horas, as pessoas se retiram. Afinal, as festas no Japão têm hora marcada para começar e terminar. Podemos dizer que o casamento japonês retrata parte da cultura de seu povo, que é reservado, formal e cheio de tradicionalismos.

Fonte: http://www.revistadanoiva.com.br

Cosplays

Forrest J. Ackerman durante a Worldcon de 1939.A história do cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. Em 1939, durante a primeira World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Jones compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial o qual chamou de "futuricostume", e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1933 "Things to Come".Ambos causaram agitação entre o público, resultando em um clima de estreitamento entre a ficção e a realidade que mudou pra sempre a cara das convenções do gênero. As fantasias da dupla fizeram tanto sucesso que no ano seguinte dezenas de fãs compareceram à convenção em trajes de ficção científica.

A prática cresceu ao longo do tempo, levando ao surgimento dos masquerades, concursos que não se limitavam a exibir as fantasias, mas permitiam aos participantes realizar apresentações criativas e que entretiam o público.O hobby de fãs fantasiados ficou conhecido pelo termo costuming ou fan costuming, e esteve confinado às convenções de ficção científica, essencialmente na América do Norte, por várias décadas. Tudo mudou em 1984 quando Nobuyuki Takahashi, de um estúdio japonês chamado Studio Hard, visitou a Worldcon daquele ano, em Los Angeles. Ele ficou tão impressionado com o masquerade apresentado que publicou sobre isso frequentemente em revistas japonesas de ficção científica, criando e difundindo um novo termo para definir o que havia presenciado: Cosplay. Nos anos seguintes já era possível encontrar dezenas de fãs fantasiados nas convenções japonesas, e a prática de se caracterizar como personagens de anime e mangás tornou-se um verdadeiro fenômeno no país. Tal sucesso fez surgir lojas, publicações e profissionais especializados no hobby, criando uma verdadeira indústria do cosplay no Japão.

Na década de 90, com a explosão do anime pelo mundo, o cosplay foi reintroduzido nos Estados Unidos, dessa vez em uma escala muito maior. O termo popularizou-se rapidamente através das dezenas de convenções de anime que surgiram no país, levando muitos dos novos praticantes - ou "cosplayers", a acreditarem errôneamente que o hobby havia sido criado no Japão, quando na verdade os EUA já possuiam uma tradição de quase meio século. Devido a isso, é muito comum nos Estados Unidos o termo cosplay ser usado para se referir exclusivamente às caracterizações de animes, games ou mangas japoneses, enquanto o termo mais tradicional "costuming" é usado em relação às fantasias de sci-fi ou de obras ocidentais.

Apesar do Japão ter importado essa subcultura dos EUA, existem algumas diferenças na forma que o hobby é praticado nos dois países. Os norte-americanos ainda hoje seguem o modelo criado no Worldcon, onde os cosplayers criam suas próprias fantasias e competem em convenções de fãs. Além disso, fantasias originais são bem-vindas e incentivadas. No Japão o cosplay envolve caracterizar-se como um personagem pré-existente, mesmo que a origem não seja de anime ou mangá. Desse modo, o foco é parecer o mais fiel possível. Como se trata essencialmente de reproduzir com fidelidade um determinado personagem, não há nenhuma ênfase na criação de fantasias originais ou que os trajes sejam confeccionados pelos cosplayers. Também vale citar que o Japão não possui os mesmos tipos de competições que os norte-americanos, e a principal atividade relacionada ao cosplay nipônico é reunir-se em grupos e fazer sessões de fotos. Por fim, o cosplay é um hobby praticado predominantemente por jovens mulheres no Japão, enquanto nos EUA sua prática é ampla em ambos os sexos e em diversas idades.

Fonte cosplaybr.com.br/

Algumas fotos de Cosplays:



Comer no Japão

Se vocês pensam em visitar o Japão devem ter em mente que necessitam pelo menos de um amigo, o cartão de crédito e de preferência bem recheado porque no Japão muita coisa é cara.
Parece muito fácil para qualquer turista que se preze mas numa terra que não tem os nomes das ruas e onde apenas as estações de comboio ou metro principais têm o seu nome em escrita ocidental além da maioria dos Japoneses falar pessimamente qualquer língua que não o Japonês, parece-lhes muito difícil não é?
Errado. No Japão na maioria dos restaurantes existe um menu com fotografias dos pratos e muitos têm também uns exemplares de plástico expostos à entrada para que enquanto o cliente estiver à espera possa escolher o prato que vai desejar comer. Basta somente apontar para o prato desejado sem mais problemas. No Japão não é necessário pedir bebida se não o desejar pois chá e água são sempre servidos.
Agora já estão sabendo. Se visitarem o Japão um dia , irão ter alguns problemas com a comunicação mas já sabem que não morrerão de fome xD.

Fonte: omeujapao.blogspot.com/(modificada)

Ao encontrar alguém, faça uma reverência

No Japão, a reverência é uma forma de arte, respeito este ensinado desde que a criança entra na escola.
Dar tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente.Mas o mais recomendado mesmo, é uma simples inclinação da cabeça ou uma tentativa de um arco ao nível da cintura normalmente será o suficiente.
A duração e a inclinação da reverência é proporcional ao nível da pessoa a quem você está dirigindo a reverência. Por exemplo, um amigo pode receber uma reverência-relâmpago de 30 graus; uma estância superior poderá obter uma reverência lenta, prolongada, de 70 graus. É uma questão de posição e circunstância.
Além disso, para reverenciar, o ponto fundamental é direcionar adequadamente.

Fonte: cultura-japonesa.blogspot.com

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