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28 de nov. de 2010

Tudo ao contrário!!!

Quando um estrangeiro vai pro Japão, ele deve se preparar para choques culturais diários, como também precisa programar o cérebro pra funcionar ao contrário. Pois podemos dizer que no Japão é tudo "do avesso".

Vejamos:

- O volante do carro fica do lado direito e a mão de direção também é oposta. Ok, ingleses e alguns outros povos não estranham, mas brasileiro tem de se acostumar.

- Os japoneses colocam açúcar em comida que deveria ter sal (como o sushi e molhos que regam peixes, frango e hambúrguer). Já os doces japoneses nem mereciam ser chamados de doce.

- Lá, as portas da casa abrem pra fora. Pelo menos no Brasil a gente abre a porta pra dentro.

- Os japoneses falam de trás pra frente que nem o mestre Yoda da série Guerra nas Estrelas. Por exemplo: Vou ao restaurante comer sushi. Eles falam: Resutoran ni sushi o tabe ni ikimasu (Restaurante ao sushi comer vou).

- Quando vão contar nos dedos, os japoneses começam com a mão aberta e vão fechando do polegar para o mindinho. A gente começa com a mão fechada, abre o indicador, o médio, o anular, o mindinho e, por último, o polegar.

- Eles escrevem e lêem da direita para a esquerda. E também folheam livros e revistas de trás pra frente. O início deles é o nosso final - e o final é no início.

- Os japoneses tomam banho no chuveirinho antes de entrar na banheira. Mas isso tem uma explicação. Aqui, a banheira (ofurô) não é pra tomar banho e sim pra relaxar. Por isso tem de tirar a sujeira do corpo antes de entrar, para não sujar a água e outra pessoa poder usar.

É tudo hantai (ao contrário)!

Fonte: projectandromeda.blogspot.com/

Cidade sorvete

Localizada dentro de um complexo de diversão chamado Sunshine NamjaTown, a Cidade dos Sorvetes reúne sete lojas, que vendem mais de 500 variedades de todo o Japão e de várias partes do mundo. Mas o que chama a atenção mesmo é a seção de sorvetes com sabores inusitados, vendidos em copinhos. Até o fim de março, a Cidade dos Sorvetes abriga o Ice Cream Frontier, que traz novidades como o sorvete de chá servido com waffle ou o de Coca-Cola com balinhas que “estouram” na boca.

Para todos os gostos

Outra novidade do local é o sorvete de caviar, que mistura um creme de baunilha com ovas. Para quem gosta de carnes, há também o de língua de boi, de asa de frango assado, de lula, de polvo, de barbatana de tubarão e o de camarão. Para quem quiser tentar a sorte, há um sorvete que traz uma pérola de verdade dentro. Mas não são todos os potes que trazem a preciosidade. De cada 30 fabricados, apenas um contém a pérola. Já os vegetarianos têm a opção dos sorvetes de alho, berinjela, inhame, abóbora, wasabi (raiz forte), tofu (queijo de soja), soja fermentada, molho de soja, arroz e salada (com pedaços de pepino e alface). Na ala das bebidas alcoólicas, estão disponíveis os sabores de cerveja e de vinho. Segundo funcionários da loja, os campeões de venda são os de caranguejo, macarrão instantâneo com sopa de pasta de soja (miso) e o popular chocolate. Produzidos em várias partes do Japão, estes sorvetes com sabores diferentes passam, segundo os fabricantes, por testes rigorosos antes de serem colocados à venda. O parque, inaugurado em 2003, tem feito muito sucesso em Tóquio, e fica cheio nos finais de semana, mesmo durante o rigoroso inverno japonês. No último ano, por exemplo, cerca de 2 milhões de pessoas passaram por lá.

EXEMPLOS DOS SORVETES NA FOTO ACIMA:

** NO CANTO SUPERIOR DIREITO DA FOTO:
Bola de chá verde, ao lado de waffles de arroz e doce de feijão, compõem um prato bem japonês.
Mas os mais vendidos são os sorvetes de macarrão instantâneo e de caranguejo.

** EMBAIXO DO LADO ESQUERDO DA GAROTA:
O sorvete de pó de pérolas faz sucesso - a cada 30 copinhos fabricados, um traz uma pérola verdadeira. Vegetarianos também apreciam as versões de tofu, wasabi, molho de soja e salada.

** O SORVETE CASQUINHA:
Quem prefere algo mais cremoso, pode tentar o sorvete de Coca-cola, com balinhas que 'explodem' na boca. Outras bebidas transformadas em delícia gelada são a cerveja e o vinho.

**ACIMA DA GAROTA:
A Cidade dos Sorvetes, em Tóquio, oferece quase 500 sabores. Chamam a atenção os inusitados copinhos, como o de língua de boi, com pedaços de carne.

Fonte:acesso-walmorenot.blogspot.com(modificada)

Dupla italiana venceu o WCS deste ano com um ponto à frente de brasileiros

Com uma apresentação incrível, baseada no jogo “The Legend of Zelda - Twilight Princess”, a dupla italiana Luca Buzzi e Giancarlo Di Perro superou os brasileiros na final mundial, por apenas um ponto, e consagrou-se campeã do World Cosplay Summit de 2010. A final foi disputada em Nagoya (Japão).
Com isso, a Itália alcançou o Brasil no número de títulos no WCS. Os dois são os únicos países bicampeões mundiais (Brasil em 2006 e 2008; Itália em 2005 e 2010).
A apresentação da dupla campeã teve muitas surpresas, com uso intenso de cenários e itens de palco. Luca interpretou Link, enquanto Giancaerlo fez Gannondorf, o senhor das trevas do jogo Zelda.
Apesar de por pouco não terem conquistado o tricampeonato, a dupla brasileira saiu com o sentimento de dever cumprido. Gabriel Niemietz e Gabrielle Valério, campeões da etapa nacional do WCS, fizeram uma apresentação baseada no game “Valkyrie Profile: Silmeria” e foi uma das únicas a arrancar gritos dos japoneses. A apresentação verde-amarela contou com a simulação de voo da personagem de Gabrielle, que havia sido apresentada pela dupla na final brasileira.
“Obrigado a todos, principalmente à familia, aos amigos e ao povo do sul (Gabriel e Gabrielle são representantes do evento gaúcho AnimeXtreme). Mesmo não levando o título, nós fizemos história. Com certeza seremos lembrados como os primeiros a voar no Japão”, disse Gabriel, depois da final.
“No palco, foi tranquilo, mas depois da apresentação fiquei nervosa. Principalmente na hora da divulgação dos resultados, foi muita tensão. O sistema de divulgação de notas até o final foi agonizante. Eles ficaram fazendo mistério - quem será que ganhou, Brasil ou Itália?”, conta Gabrielle.
Ao todo, 15 países participaram da edição de 2010 do campeonato cosplay. O prêmio Brother deste ano ficou com a dupla tailandesa, Orawan Aggavinate e Patawikorn Uttisen. Os tailandeses, que basearam a apresentação no game “Final Fantasy Advent Children”, tiveram o mesmo número de pontos que os brasileiros.
Confira a pontuação dos países participantes:
1º Grupo
- Coreia: 90
- Estados Unidos: 77
- México: 74
- Alemanha: 67
- Finlandia: 61
2º Grupo
- Itália: 98
- Japão: 80
- Dinamarca: 79
- Austrália: 78
- Cingapura: 75
3º Grupo
- Brasil: 97
- China: 86
- França: 90
- Espanha:81
- Tailândia: 97
Fonte: http://henshin.uol.com.br

27 de nov. de 2010

Conheça como é a escola no Japão!!!

Rotina dos estudantes

O Japão segue uma metodologia padronizada de ensino. O material didático é selecionado de acordo com a região. Entretanto todos os colégios seguem as mesmas regras, utilizam o mesmo material didático e possuem as mesmas atividades.

Os jovens estudam em período integral de segunda a sábado, mais ou menos das oito horas da manhã até quatro ou cinco horas da tarde. É por isso que as marmitas são quase itens obrigatórios na mochila do pessoal.

Geralmente no final do dia surgem os famosos clubes que na maioria das escolas são divididos entre
esporte e cultura. Para dar alguns exemplos, existem clubes de natação, basquete, tênis, música, coral, torcida, mangá, fotografia... até ritual do chá. Você tanto pode entrar em vários deles como pode não freqüentar nenhum. Entretanto, os alunos são sempre incentivados a participar de pelo menos de um.

São os alunos os encarregados da limpeza da própria sala (por isso, muitas vezes eles tem de chegar mais cedo para dar uma ajeitada na sala antes da aula, enquanto outros ficam depois da aula pra arrumar a bagunça).

Assim como nas casas, também é costume tirar os sapatos. Só que os alunos não ficam andando de
pantufas ou de meias pela escola. É por isso que eles trocam os calçados que usam fora da escola por
outros. Não sei se em toda a escola, mas na maioria dos mangás esses sapatos usados dentro da escola são brancos ou bege. Os outros sapatos ficam guardados em armários que não ficam trancados.

O sistema educacional é bastante rígido exigindo muito dos alunos. Eles só se divertem aos domingos
(quando não estão estudando para as provas).

Uma tradição que se mantém é o professor visitar seus alunos na própria casa, semestralmente, e fazer questão de se envolver em suas vidas (até porque os alunos passam mais tempo na escola do que em casa).

*A luta para passar em uma boa universidade

As crianças japonesas ingressam na escola primária aos seis anos de idade. Apesar do 1º grau ter nove
anos, os japoneses chegam ao 2º grau na mesma idade que nós.

Eles freqüentam o primário durante seis anos. A maioria dessas escolas não tem uniforme. Recentemente, algumas delas estão tornando obrigatório o uso de chapéus ou capacetes amarelos para fins de segurança no trânsito.

Nesses seis anos de ensino fundamental eles aprendem as disciplinas básicas e também teoria musical, artes cênicas, culinária, corte e costura... Além de aprender a tocar flauta doce, em música, aprendem também a compôr canções. Em ciências estudam desde a astronomia até a construção de robôs. Estudam também as sete artes (arquitetura, cinema, escultura, literatura, música, pintura, teatro) e também a dançar.

Logo após o primário, o estudante cursa obrigatoriamente três anos da 1ª fase do segundo grau (o que pra nós seria o equivalente ao ginásio). A maioria deles tem uniforme: os rapazes usam uniforme preto em estilo militar e as moças usam uniformes azul-marinho em estilo marinheiro (seeraa-fuku).

Depois de três anos obrigatórios da escola de 2º grau, o estudante pode cursar mais três anos de colegial e, se quiser passar nos exames vestibulares, terá de estudar freneticamente. Nesse período os pais não poupam dinheiro ou trabalho para ajudar os filhos a entrar na melhor universidade possível.

Os cursos universitários duram quatro anos (assim como a maioria aqui no Brasil) e os estudantes devem se especializar em algum ramo.

Entretanto, depois dessa maçante vida escolar, os universitários querem mais é ser feliz e aproveitar ao máximo as alegrias da vida universitária. Por isso, nessa época eles não se empenham tanto em estudar.

As universidades também participam de competições esportivas e contam com aqueles grupos de torcidafeito pelas garotas. Mas com esse “Boom” ocidental, onde os japoneses tentam se parecer ao máximo com os americanos, os grupos com o velho estilo japonês de torcer estão dando lugar aos grupos de garotas animadoras no maior estilo “Teenagers".

Fonte: pdacinho.onegaibr.com

Hashi- Pauzinhos orientais

Dependendo do restaurante que você escolheu ir à noite, você poderá ser obrigado a usar os "hashi" (talheres em forma de dois pauzinhos).
Se, por algum motivo, você não esteja acostumado com os hashi, tente aprender antes de passar pela alfândega. Não é difícil de aprender.
Um falso pressuposto japones que eles estão dissipando com o tempo é sobre a "singularidade" do Japão: O Japão é uma nação insular; Japão é o único país que tem quatro estações; estrangeiros não podem compreender Japão; só japoneses podem usar chopsticks corretamente.
Se você estiver jantando com um japonês, não se surpreenda se você receber um olhar de espanto pela sua habilidade em comer como um japonês.

Fonte: knol.google.com (modificada)

26 de nov. de 2010

Seijin No Hi(成人の日, literalmente Dia da Maioridade)

No Japão, uma pessoa só conquista o direito de votar, beber, fumar e ser responsável por si, aos 20 anos de idade. Na segunda segunda-feira do mês de janeiro, felicita-se todos os jovens que atingem a maioridade naquele mesmo ano. O dia tem por objetivo conscientizá-los sobre suas responsabilidades perante a sociedade. Podem se considerar adultos os que fazem aniversário entre 2 de abril do ano anterior e 1 de abril do ano corrente. Este código só foi estabelecido após a restauração do período Meiji.

O “Seijin no Hi” é um dos quatro principais rituais de passagem (“tsuka girei”). Os outros três são casamento, funeral e culto. Outras celebrações em relação à idade são feitas durante a vida.

Nesta cerimônia, as mulheres vestem belos kimonos, enquanto os homens usam terno e gravata. Muitas preferem reformar ou alugar a vestimenta para a ocasião a comprar uma peça nova, pois os kimonos japoneses são tão caros, que podem chegar a custar o preço de um carro novo.

O tempo costuma não ser favorável para a celebração, pois, freqüentemente, tempestades de chuva e neve cancelam as cerimônias em muitas regiões do país. É um feriado nacional.

Fonte: acbj.com.br

Genkan (em japonês: 玄関)

Chinelos e Sapatos!

Gosta de tirar os sapatos quando entra na sua casa?

Ao entrar numa casa japonesa, você deve tirar os sapatos e deixá-los na entrada (chamada "genkan").É a área de entrada tradicional para casas e prédios japoneses constituida de uma varanda, ou uma sala, com um tapete onde deve-se retirar os sapatos.
Se não quiser ficar descalço, pode calçar uns chinelos próprios para serem usados dentro de casa (que são chamados de "suripa").

- Por quê?

Por dois motivos: o primeiro, é óbvio! É por uma questão de "limpeza" da casa. Uma casa com um chão limpo é sempre agradável.

Mas não é só "higiene física". Também podemos falar de "higiene espiritual".
Quando você tira os sapatos, você se liberta de todas as "energias impuras" lá de fora, da rua. Tirando os sapatos sujos e deixando-os na "genkan", você não deixará que essas energias invadam a harmonia do seu Lar.E como vocês já sabem,pois mostrei em um post anterior, os japoneses são muito ligados a superstições.

Fonte: tokikodiary.blogspot.com

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